Em uma entrevista exclusiva à TV Sucesso, Raul Novinte assegurou que a candidatura de Venâncio Mondlane continuará a receber forte apoio popular, apesar da recente rejeição da Coligação Aliança Democrática (CAD) pelo Conselho Constitucional. Segundo Novinte, Mondlane já demonstrou ser capaz de promover mudanças significativas em Moçambique, ganhando a confiança e o respeito da população.
Novinte também aproveitou a oportunidade para criticar a aprovação da nova legislação que retira competências dos tribunais distritais. Ele acusou a RENAMO de colaborar com a FRELIMO em detrimento dos interesses do país, alegando que a nova lei é antidemocrática e representa um retrocesso para a justiça moçambicana.
#TVSucessoDoPovo #1NaInformação #JornalPrincipal #EnyaMaló #TVSucesso2024 #RadarMZ
O deputado da Assembleia da República e membro do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), Silvério Ronguane, fez uma declaração polêmica nesta segunda-feira durante sua participação no programa "De Frente Com o Povo", da TV Sucesso. No programa apresentado pelo jornalista Romeu Carlos, Ronguane afirmou que a recente aliança entre a FRELIMO e a RENAMO nas eleições gerais poderá facilitar o roubo de votos e comprometer a integridade do processo eleitoral. Segundo ele, a situação é "completamente irônica" considerando o histórico de rivalidade entre as duas formações políticas.
Ronguane destacou que o MDM votou contra essa aliança, relembrando as últimas eleições autárquicas de 11 de outubro de 2023. Durante essas eleições, os tribunais distritais de Moçambique reconheceram, pela primeira vez na história do país, a existência de irregularidades após a apresentação de queixas de fraude. A ordem para a recontagem dos votos foi vista como um marco de transparência e um passo importante na busca pela verdade eleitoral, argumentou o deputado.
O alerta de Ronguane gera preocupações sobre a possibilidade de manipulação dos resultados nas próximas eleições, com uma eventual colaboração entre a FRELIMO e a RENAMO sendo interpretada como uma ameaça à democracia e à vontade popular.
#TVSucessoDoPovo #1NaInformação #JornalPrincipal #JuliãoJob #TVSucesso2024 #RadarMZ
A crescente indústria dos raptos em Moçambique está em plena ascensão, superando até o ritmo de desenvolvimento do país. Apesar das repetidas garantias do Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) de estar preparado para enfrentar essa onda de criminalidade, os sequestradores continuam a atuar impunemente. O ano de 2024 já registrou mais raptos do que 2023, e ainda faltam meses para o término do ano. Em contraste com o passado, quando havia intervalos significativos entre os crimes, este ano tem testemunhado a ocorrência de vários sequestros em um único mês.
Nesta quarta-feira, o porta-voz do SERNIC, Hilário Lole, informou à imprensa que, em 2023, foram registados pelo menos seis raptos, enquanto em 2024, esse número já subiu para nove. Lole reconheceu o aumento, mas destacou que o SERNIC tem intensificado seus esforços para combater o fenômeno e que alguns resultados têm sido obtidos.
A situação tem gerado grande preocupação, especialmente na comunidade muçulmana, que se vê frequentemente afetada por esses crimes. Em uma entrevista exclusiva à TV Sucesso, o especialista em segurança Albino Forquilha afirmou que os raptos em Moçambique tornaram-se uma atividade altamente lucrativa, o que justifica o aumento significativo dos casos este ano em relação à relativa calma de 2023. Forquilha salientou a incapacidade atual das autoridades em enfrentar o problema e sugeriu a formação de uma força-tarefa mais robusta e especializada.
Residentes de Maputo, ouvidos pela TV Sucesso, expressaram seu descontentamento e medo crescente. Muitos afirmam que a capital já não oferece segurança e se tornou a cidade mais perigosa do país.
O advogado Elísio de Sousa reforçou essa preocupação ao afirmar que há uma verdadeira guerra em curso entre os sequestradores e as forças de segurança, com a criminalidade relacionada aos raptos tornando-se cada vez mais sofisticada e desafiadora.
#TVSucessoDoPovo
#1NaInformação
#JornalPrincipal
#EnyaMaló
#TVSucesso2024
#RadarMZ
O Instituto Nacional de Gestão do Risco de Desastres (INGD) afirmou não ter conhecimento da alegada falta de apoio aos deslocados no centro de acolhimento de Corane, na província de Nampula. Esta declaração foi feita por Luísa Meque, presidente do INGD, que ressaltou não ter recebido qualquer informação oficial sobre a situação.
Meque também comentou sobre a preparação para a próxima época chuvosa, enfatizando que ainda é cedo para discutir um plano de contingência, apesar dos desafios que o país enfrenta anualmente com as intempéries. A presidente do INGD assegurou que, quando o momento adequado chegar, todas as medidas necessárias serão tomadas para garantir a segurança e o bem-estar das populações vulneráveis.
A situação dos deslocados em Corane continua a ser uma preocupação, mas o INGD reforça que o acompanhamento está sendo feito de perto e as necessidades das comunidades afetadas serão atendidas conforme forem identificadas.
#FaltadeApoioaosDeslocados #Corane #INGD #LuisaMeque #OpaisOnline #Opais #GrupoSoico #RadarMZ
Organizações da Sociedade Civil expressaram preocupações sobre a contínua negligência na implementação das leis de proteção às mulheres e meninas em Moçambique. Segundo essas organizações, apesar das leis e políticas existentes, a sua materialização tem sido lenta e insuficiente, o que coloca em risco a integridade e os direitos das mulheres e raparigas no país. Elas defendem que o Governo deve adotar medidas urgentes para garantir que essas leis sejam aplicadas de forma eficaz e em todo o território nacional.
Os grupos da Sociedade Civil destacam que a falta de ação não só compromete a proteção das mulheres, mas também perpetua ciclos de violência e discriminação. Além disso, afirmam que a demora na implementação das políticas públicas cria um ambiente de impunidade, onde os agressores se sentem seguros para continuar suas práticas abusivas.
Por outro lado, o Executivo afirma que continua a receber apoio humanitário dos parceiros para assistir os deslocados pelo terrorismo. No entanto, as organizações da Sociedade Civil destacam que, embora o apoio humanitário seja vital, não substitui a necessidade de garantir os direitos e a proteção das mulheres e meninas em situações vulneráveis.
As organizações pedem uma ação coordenada entre o Governo, sociedade civil e comunidade internacional para acelerar a execução das leis de proteção, garantindo assim que os direitos das mulheres e raparigas sejam devidamente respeitados e promovidos em Moçambique.
#DireitosDasMulheres #ProteçãoFeminina #SociedadeCivil #IgualdadeDeGênero #JustiçaSocial #RadarMZ
Mais de 166 mil pessoas em quatro distritos da província de Manica enfrentam atualmente uma grave situação de insegurança alimentar. Destas, mais de 49 mil estão na fase de emergência, necessitando de ajuda imediata para sobreviver.
A governadora da província de Manica, Francisca Tomás, reconheceu a gravidade da situação e anunciou que está mobilizando apoios para mitigar a crise. Os esforços concentram-se em garantir que os casos mais críticos sejam atendidos com urgência, buscando evitar o agravamento do quadro de fome na região.
A insegurança alimentar em Manica é um reflexo das adversidades climáticas e socioeconômicas que afetam a província, colocando milhares de vidas em risco. A mobilização de recursos e apoio humanitário é crucial para responder à emergência e aliviar o sofrimento das comunidades afetadas.
#FomeEmManica #InsegurancaAlimentar #FranciscaTomas #OPaisOnline #OPais #GrupoSoico
O incidente ocorreu em julho, quando os cinco agentes da PRM foram flagrados agredindo brutalmente o casal sob suspeita de roubo. As imagens da agressão circularam amplamente nas redes sociais, provocando um clamor público por justiça e pela responsabilização dos envolvidos. A acusação sustenta que os agentes violaram gravemente os direitos humanos, ultrapassando os limites legais do uso da força.
O tribunal de Homoíne dará continuidade ao julgamento ao longo desta semana, onde testemunhas e as partes envolvidas serão ouvidas. A sociedade civil e organizações de direitos humanos têm acompanhado o caso de perto, exigindo uma punição exemplar para desencorajar futuros atos de violência por parte das forças de segurança.
Este julgamento é visto como um teste à capacidade do sistema judiciário moçambicano de lidar com casos de violência policial e abuso de poder.
#AgressãoPolicialEmInhambane #JulgamentoDeCincoAgentes #ViolênciaPolicial #JustiçaMoçambique #RadarMZ
Em uma entrevista exclusiva à TV Sucesso, Raul Novinte assegurou que a candidatura de Venâncio Mondlane continuará a receber forte apoio popular, apesar da recente rejeição da Coligação Aliança Democrática (CAD) pelo Conselho Constitucional. Segundo Novinte, Mondlane já demonstrou ser capaz de promover mudanças significativas em Moçambique, ganhando a confiança e o respeito da população.
Novinte também aproveitou a oportunidade para criticar a aprovação da nova legislação que retira competências dos tribunais distritais. Ele acusou a RENAMO de colaborar com a FRELIMO em detrimento dos interesses do país, alegando que a nova lei é antidemocrática e representa um retrocesso para a justiça moçambicana.
#TVSucessoDoPovo #1NaInformação #JornalPrincipal #EnyaMaló #TVSucesso2024 #RadarMZ
O deputado da Assembleia da República e membro do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), Silvério Ronguane, fez uma declaração polêmica nesta segunda-feira durante sua participação no programa "De Frente Com o Povo", da TV Sucesso. No programa apresentado pelo jornalista Romeu Carlos, Ronguane afirmou que a recente aliança entre a FRELIMO e a RENAMO nas eleições gerais poderá facilitar o roubo de votos e comprometer a integridade do processo eleitoral. Segundo ele, a situação é "completamente irônica" considerando o histórico de rivalidade entre as duas formações políticas.
Ronguane destacou que o MDM votou contra essa aliança, relembrando as últimas eleições autárquicas de 11 de outubro de 2023. Durante essas eleições, os tribunais distritais de Moçambique reconheceram, pela primeira vez na história do país, a existência de irregularidades após a apresentação de queixas de fraude. A ordem para a recontagem dos votos foi vista como um marco de transparência e um passo importante na busca pela verdade eleitoral, argumentou o deputado.
O alerta de Ronguane gera preocupações sobre a possibilidade de manipulação dos resultados nas próximas eleições, com uma eventual colaboração entre a FRELIMO e a RENAMO sendo interpretada como uma ameaça à democracia e à vontade popular.
#TVSucessoDoPovo #1NaInformação #JornalPrincipal #JuliãoJob #TVSucesso2024 #RadarMZ
A crescente indústria dos raptos em Moçambique está em plena ascensão, superando até o ritmo de desenvolvimento do país. Apesar das repetidas garantias do Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) de estar preparado para enfrentar essa onda de criminalidade, os sequestradores continuam a atuar impunemente. O ano de 2024 já registrou mais raptos do que 2023, e ainda faltam meses para o término do ano. Em contraste com o passado, quando havia intervalos significativos entre os crimes, este ano tem testemunhado a ocorrência de vários sequestros em um único mês.
Nesta quarta-feira, o porta-voz do SERNIC, Hilário Lole, informou à imprensa que, em 2023, foram registados pelo menos seis raptos, enquanto em 2024, esse número já subiu para nove. Lole reconheceu o aumento, mas destacou que o SERNIC tem intensificado seus esforços para combater o fenômeno e que alguns resultados têm sido obtidos.
A situação tem gerado grande preocupação, especialmente na comunidade muçulmana, que se vê frequentemente afetada por esses crimes. Em uma entrevista exclusiva à TV Sucesso, o especialista em segurança Albino Forquilha afirmou que os raptos em Moçambique tornaram-se uma atividade altamente lucrativa, o que justifica o aumento significativo dos casos este ano em relação à relativa calma de 2023. Forquilha salientou a incapacidade atual das autoridades em enfrentar o problema e sugeriu a formação de uma força-tarefa mais robusta e especializada.
Residentes de Maputo, ouvidos pela TV Sucesso, expressaram seu descontentamento e medo crescente. Muitos afirmam que a capital já não oferece segurança e se tornou a cidade mais perigosa do país.
O advogado Elísio de Sousa reforçou essa preocupação ao afirmar que há uma verdadeira guerra em curso entre os sequestradores e as forças de segurança, com a criminalidade relacionada aos raptos tornando-se cada vez mais sofisticada e desafiadora.
#TVSucessoDoPovo
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#EnyaMaló
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O Instituto Nacional de Gestão do Risco de Desastres (INGD) afirmou não ter conhecimento da alegada falta de apoio aos deslocados no centro de acolhimento de Corane, na província de Nampula. Esta declaração foi feita por Luísa Meque, presidente do INGD, que ressaltou não ter recebido qualquer informação oficial sobre a situação.
Meque também comentou sobre a preparação para a próxima época chuvosa, enfatizando que ainda é cedo para discutir um plano de contingência, apesar dos desafios que o país enfrenta anualmente com as intempéries. A presidente do INGD assegurou que, quando o momento adequado chegar, todas as medidas necessárias serão tomadas para garantir a segurança e o bem-estar das populações vulneráveis.
A situação dos deslocados em Corane continua a ser uma preocupação, mas o INGD reforça que o acompanhamento está sendo feito de perto e as necessidades das comunidades afetadas serão atendidas conforme forem identificadas.
#FaltadeApoioaosDeslocados #Corane #INGD #LuisaMeque #OpaisOnline #Opais #GrupoSoico #RadarMZ
Organizações da Sociedade Civil expressaram preocupações sobre a contínua negligência na implementação das leis de proteção às mulheres e meninas em Moçambique. Segundo essas organizações, apesar das leis e políticas existentes, a sua materialização tem sido lenta e insuficiente, o que coloca em risco a integridade e os direitos das mulheres e raparigas no país. Elas defendem que o Governo deve adotar medidas urgentes para garantir que essas leis sejam aplicadas de forma eficaz e em todo o território nacional.
Os grupos da Sociedade Civil destacam que a falta de ação não só compromete a proteção das mulheres, mas também perpetua ciclos de violência e discriminação. Além disso, afirmam que a demora na implementação das políticas públicas cria um ambiente de impunidade, onde os agressores se sentem seguros para continuar suas práticas abusivas.
Por outro lado, o Executivo afirma que continua a receber apoio humanitário dos parceiros para assistir os deslocados pelo terrorismo. No entanto, as organizações da Sociedade Civil destacam que, embora o apoio humanitário seja vital, não substitui a necessidade de garantir os direitos e a proteção das mulheres e meninas em situações vulneráveis.
As organizações pedem uma ação coordenada entre o Governo, sociedade civil e comunidade internacional para acelerar a execução das leis de proteção, garantindo assim que os direitos das mulheres e raparigas sejam devidamente respeitados e promovidos em Moçambique.
#DireitosDasMulheres #ProteçãoFeminina #SociedadeCivil #IgualdadeDeGênero #JustiçaSocial #RadarMZ
Mais de 166 mil pessoas em quatro distritos da província de Manica enfrentam atualmente uma grave situação de insegurança alimentar. Destas, mais de 49 mil estão na fase de emergência, necessitando de ajuda imediata para sobreviver.
A governadora da província de Manica, Francisca Tomás, reconheceu a gravidade da situação e anunciou que está mobilizando apoios para mitigar a crise. Os esforços concentram-se em garantir que os casos mais críticos sejam atendidos com urgência, buscando evitar o agravamento do quadro de fome na região.
A insegurança alimentar em Manica é um reflexo das adversidades climáticas e socioeconômicas que afetam a província, colocando milhares de vidas em risco. A mobilização de recursos e apoio humanitário é crucial para responder à emergência e aliviar o sofrimento das comunidades afetadas.
#FomeEmManica #InsegurancaAlimentar #FranciscaTomas #OPaisOnline #OPais #GrupoSoico
O incidente ocorreu em julho, quando os cinco agentes da PRM foram flagrados agredindo brutalmente o casal sob suspeita de roubo. As imagens da agressão circularam amplamente nas redes sociais, provocando um clamor público por justiça e pela responsabilização dos envolvidos. A acusação sustenta que os agentes violaram gravemente os direitos humanos, ultrapassando os limites legais do uso da força.
O tribunal de Homoíne dará continuidade ao julgamento ao longo desta semana, onde testemunhas e as partes envolvidas serão ouvidas. A sociedade civil e organizações de direitos humanos têm acompanhado o caso de perto, exigindo uma punição exemplar para desencorajar futuros atos de violência por parte das forças de segurança.
Este julgamento é visto como um teste à capacidade do sistema judiciário moçambicano de lidar com casos de violência policial e abuso de poder.
#AgressãoPolicialEmInhambane #JulgamentoDeCincoAgentes #ViolênciaPolicial #JustiçaMoçambique #RadarMZ
Em uma entrevista exclusiva à TV Sucesso, Raul Novinte assegurou que a candidatura de Venâncio Mondlane continuará a receber forte apoio popular, apesar da recente rejeição da Coligação Aliança Democrática (CAD) pelo Conselho Constitucional. Segundo Novinte, Mondlane já demonstrou ser capaz de promover mudanças significativas em Moçambique, ganhando a confiança e o respeito da população.
Novinte também aproveitou a oportunidade para criticar a aprovação da nova legislação que retira competências dos tribunais distritais. Ele acusou a RENAMO de colaborar com a FRELIMO em detrimento dos interesses do país, alegando que a nova lei é antidemocrática e representa um retrocesso para a justiça moçambicana.
#TVSucessoDoPovo #1NaInformação #JornalPrincipal #EnyaMaló #TVSucesso2024 #RadarMZ
O deputado da Assembleia da República e membro do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), Silvério Ronguane, fez uma declaração polêmica nesta segunda-feira durante sua participação no programa "De Frente Com o Povo", da TV Sucesso. No programa apresentado pelo jornalista Romeu Carlos, Ronguane afirmou que a recente aliança entre a FRELIMO e a RENAMO nas eleições gerais poderá facilitar o roubo de votos e comprometer a integridade do processo eleitoral. Segundo ele, a situação é "completamente irônica" considerando o histórico de rivalidade entre as duas formações políticas.
Ronguane destacou que o MDM votou contra essa aliança, relembrando as últimas eleições autárquicas de 11 de outubro de 2023. Durante essas eleições, os tribunais distritais de Moçambique reconheceram, pela primeira vez na história do país, a existência de irregularidades após a apresentação de queixas de fraude. A ordem para a recontagem dos votos foi vista como um marco de transparência e um passo importante na busca pela verdade eleitoral, argumentou o deputado.
O alerta de Ronguane gera preocupações sobre a possibilidade de manipulação dos resultados nas próximas eleições, com uma eventual colaboração entre a FRELIMO e a RENAMO sendo interpretada como uma ameaça à democracia e à vontade popular.
#TVSucessoDoPovo #1NaInformação #JornalPrincipal #JuliãoJob #TVSucesso2024 #RadarMZ
A crescente indústria dos raptos em Moçambique está em plena ascensão, superando até o ritmo de desenvolvimento do país. Apesar das repetidas garantias do Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) de estar preparado para enfrentar essa onda de criminalidade, os sequestradores continuam a atuar impunemente. O ano de 2024 já registrou mais raptos do que 2023, e ainda faltam meses para o término do ano. Em contraste com o passado, quando havia intervalos significativos entre os crimes, este ano tem testemunhado a ocorrência de vários sequestros em um único mês.
Nesta quarta-feira, o porta-voz do SERNIC, Hilário Lole, informou à imprensa que, em 2023, foram registados pelo menos seis raptos, enquanto em 2024, esse número já subiu para nove. Lole reconheceu o aumento, mas destacou que o SERNIC tem intensificado seus esforços para combater o fenômeno e que alguns resultados têm sido obtidos.
A situação tem gerado grande preocupação, especialmente na comunidade muçulmana, que se vê frequentemente afetada por esses crimes. Em uma entrevista exclusiva à TV Sucesso, o especialista em segurança Albino Forquilha afirmou que os raptos em Moçambique tornaram-se uma atividade altamente lucrativa, o que justifica o aumento significativo dos casos este ano em relação à relativa calma de 2023. Forquilha salientou a incapacidade atual das autoridades em enfrentar o problema e sugeriu a formação de uma força-tarefa mais robusta e especializada.
Residentes de Maputo, ouvidos pela TV Sucesso, expressaram seu descontentamento e medo crescente. Muitos afirmam que a capital já não oferece segurança e se tornou a cidade mais perigosa do país.
O advogado Elísio de Sousa reforçou essa preocupação ao afirmar que há uma verdadeira guerra em curso entre os sequestradores e as forças de segurança, com a criminalidade relacionada aos raptos tornando-se cada vez mais sofisticada e desafiadora.
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O Instituto Nacional de Gestão do Risco de Desastres (INGD) afirmou não ter conhecimento da alegada falta de apoio aos deslocados no centro de acolhimento de Corane, na província de Nampula. Esta declaração foi feita por Luísa Meque, presidente do INGD, que ressaltou não ter recebido qualquer informação oficial sobre a situação.
Meque também comentou sobre a preparação para a próxima época chuvosa, enfatizando que ainda é cedo para discutir um plano de contingência, apesar dos desafios que o país enfrenta anualmente com as intempéries. A presidente do INGD assegurou que, quando o momento adequado chegar, todas as medidas necessárias serão tomadas para garantir a segurança e o bem-estar das populações vulneráveis.
A situação dos deslocados em Corane continua a ser uma preocupação, mas o INGD reforça que o acompanhamento está sendo feito de perto e as necessidades das comunidades afetadas serão atendidas conforme forem identificadas.
#FaltadeApoioaosDeslocados #Corane #INGD #LuisaMeque #OpaisOnline #Opais #GrupoSoico #RadarMZ
Organizações da Sociedade Civil expressaram preocupações sobre a contínua negligência na implementação das leis de proteção às mulheres e meninas em Moçambique. Segundo essas organizações, apesar das leis e políticas existentes, a sua materialização tem sido lenta e insuficiente, o que coloca em risco a integridade e os direitos das mulheres e raparigas no país. Elas defendem que o Governo deve adotar medidas urgentes para garantir que essas leis sejam aplicadas de forma eficaz e em todo o território nacional.
Os grupos da Sociedade Civil destacam que a falta de ação não só compromete a proteção das mulheres, mas também perpetua ciclos de violência e discriminação. Além disso, afirmam que a demora na implementação das políticas públicas cria um ambiente de impunidade, onde os agressores se sentem seguros para continuar suas práticas abusivas.
Por outro lado, o Executivo afirma que continua a receber apoio humanitário dos parceiros para assistir os deslocados pelo terrorismo. No entanto, as organizações da Sociedade Civil destacam que, embora o apoio humanitário seja vital, não substitui a necessidade de garantir os direitos e a proteção das mulheres e meninas em situações vulneráveis.
As organizações pedem uma ação coordenada entre o Governo, sociedade civil e comunidade internacional para acelerar a execução das leis de proteção, garantindo assim que os direitos das mulheres e raparigas sejam devidamente respeitados e promovidos em Moçambique.
#DireitosDasMulheres #ProteçãoFeminina #SociedadeCivil #IgualdadeDeGênero #JustiçaSocial #RadarMZ
Mais de 166 mil pessoas em quatro distritos da província de Manica enfrentam atualmente uma grave situação de insegurança alimentar. Destas, mais de 49 mil estão na fase de emergência, necessitando de ajuda imediata para sobreviver.
A governadora da província de Manica, Francisca Tomás, reconheceu a gravidade da situação e anunciou que está mobilizando apoios para mitigar a crise. Os esforços concentram-se em garantir que os casos mais críticos sejam atendidos com urgência, buscando evitar o agravamento do quadro de fome na região.
A insegurança alimentar em Manica é um reflexo das adversidades climáticas e socioeconômicas que afetam a província, colocando milhares de vidas em risco. A mobilização de recursos e apoio humanitário é crucial para responder à emergência e aliviar o sofrimento das comunidades afetadas.
#FomeEmManica #InsegurancaAlimentar #FranciscaTomas #OPaisOnline #OPais #GrupoSoico
O incidente ocorreu em julho, quando os cinco agentes da PRM foram flagrados agredindo brutalmente o casal sob suspeita de roubo. As imagens da agressão circularam amplamente nas redes sociais, provocando um clamor público por justiça e pela responsabilização dos envolvidos. A acusação sustenta que os agentes violaram gravemente os direitos humanos, ultrapassando os limites legais do uso da força.
O tribunal de Homoíne dará continuidade ao julgamento ao longo desta semana, onde testemunhas e as partes envolvidas serão ouvidas. A sociedade civil e organizações de direitos humanos têm acompanhado o caso de perto, exigindo uma punição exemplar para desencorajar futuros atos de violência por parte das forças de segurança.
Este julgamento é visto como um teste à capacidade do sistema judiciário moçambicano de lidar com casos de violência policial e abuso de poder.
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