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Daniel Chapo, candidato à presidência da República pelo partido FRELIMO, foi duramente criticado por adversários políticos e observadores, que o acusam de "mentir escrupulosamente" ao considerar instituições e bens públicos como se fossem propriedade exclusiva do seu partido.
As críticas surgem após várias declarações e ações de Chapo durante a campanha, nas quais teria feito referência a recursos estatais e infraestruturas públicas como conquistas exclusivamente atribuídas ao FRELIMO, ignorando o fato de que tais bens pertencem ao povo moçambicano, independentemente de filiação partidária.
"O candidato Daniel Chapo está a distorcer os limites entre o que é público e o que é do partido, manipulando a narrativa para induzir os cidadãos a acreditarem que as instituições e bens públicos são controlados pelo FRELIMO", disse um dos seus opositores.
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Essas atitudes têm alimentado preocupações sobre a transparência e a ética no uso dos recursos do Estado durante a campanha eleitoral, com muitos afirmando que a conduta de Chapo é uma tentativa de confundir os eleitores e perpetuar a percepção de que o partido governante é o único capaz de garantir o funcionamento das instituições nacionais.
As acusações contra Chapo intensificam o debate sobre a separação entre partido e Estado, um tema sensível na política moçambicana.
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