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Nove pessoas detidas por levar lenha em um quintal de agente da PRM para funeral, mesmo com autorização de vigilante


Na cidade da Matola, nove pessoas foram detidas ontem após levarem lenha do quintal de um agente da Polícia da República de Moçambique (PRM), alegando ter recebido autorização de um vigilante da propriedade. A lenha seria utilizada em uma cerimônia fúnebre, mas, apesar da suposta permissão, os indivíduos foram presos por invasão de domicílio.

Familiares dos detidos, entrevistados pela TV Sucesso, expressaram indignação com a ação policial, afirmando que, após receberem o consentimento do vigilante, não esperavam ser tratados como criminosos. Revoltados com a situação, os familiares chegaram a ameaçar deixar o caixão na esquadra da PRM como forma de protesto.

Rodrigues Tchavara, chefe de relações públicas da PRM na província de Maputo, reconheceu em entrevista à TV Sucesso que a agente poderia ter mostrado mais sensibilidade, considerando que a lenha seria utilizada em um funeral. No entanto, ele enfatizou que, juridicamente, a invasão de propriedade foi cometida, justificando assim a detenção.


Os nove detidos, todos algemados, foram conduzidos até o cemitério, intensificando a polêmica em torno da ação policial, que divide opiniões entre a população.

[Fonte: TV Sucesso||Redação: Radar Magazine — MZ || Fonte da Imagem: Getty Images]

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